Per il buddhismo , che qualifica l' ego come un'illusione della nostra mente, il vero amore, ossia la compassione, esiste solo quando viene diretto verso un'altra persona, non a se stessi. Quando o termo não possui sinônimos no idioma, isto se resolve recorrendo-se aos termos gregos eros, philia e ágape (ver palavras gregas para o amor).[18]. [71], Para o Islã o amor está ligado ao ódio: não se pode amar a Deus (Alá) ou aos outros, sem com isto não odiar o mal. Tomás de Aquino, por sua vez, prende-se a tradição aristotélica da amizade, definindo Deus como o ser mais racional e, por conseguinte, o mais merecedor de amor, respeito e consideração. A moral do conto é que o homem sempre escolhe o amor. [17], As maiores mudanças, contudo, ocorrem com a modernidade, em que a valorização do amor individual presente na ideologia burguesa, leva ao predomÃnio do amor-paixão com erotismo na relação conjugal - criando uma emboscada já que isto resultou em criação de expectativas e conflitos decorrentes de suas frustrações. [60], Na antiga tradição hindu, expressa em vedas como o Bhagavad-gita, o homem deve procurar unir-se à divindade, por caminhos que passam por cada vez mais se libertar das coisas materiais e descobrir as espirituais - dentre elas a prática da caridade; em suma, muitas outras obras propõem os sentimentos passionais, como o impulso sexual, sejam sublimados em sentimentos devocionais. Por este código o homem deveria demonstrar seu valor, sua coragem, para merecer da amada uma recompensa, que deveria ser razoável - pois a dama deveria obrigatoriamente a ela aquiescer, sob pena de ser taxada de cruel e desalmada. - indo além para as questões que envolvem a própria ética do sexo, aquelas que lidam com a adequação da atividade sexual, da reprodução, das atividades hétero e homossexuais, etc. [4] Ambos os autores revelam existir uma omissão cientÃfica sobre o tema. [79], A discussão filosófica sobre o tema tem inÃcio no questionamento da "natureza do amor", levando-se em conta que o sentimento possua mesmo uma natureza (algo que sofre crÃticas, ao argumento de que o amor é algo irracional - como tal considerado por não poder receber descrições racionais ou de significado). [56], Neste contexto, as informações veiculadas pela mÃdia referem-se muito mais aos casos de violência e sexo do que propriamente ao relacionamento amoroso; por outro lado na propaganda o amor romântico é usado como plano de fundo para se vender de tudo, desde dentifrÃcios a seguros de vida. Não desejamos de você nem recompensa, nem gratidão", enquanto em Mateus (25: 31-46) se lê que, no dia do JuÃzo, Deus perguntará a cada um o que fizeram por Ele, e esclarece que estava em cada um que teve sede, e não deram água; estava doente, e não foram visitá-lo. [17], Uma ética do amor envolve questões morais que se adequam ao sentimento, bem como as formas que ele pode ou não tomar, abordando questionamentos como: será aceitável, eticamente, amar um objeto, ou a si mesmo? Isso é uma lei inalterável". [46] Este era o livro de cabeceira de Dom Quixote, personagem de Miguel de Cervantes que veio a zombar desse amor ideal, e assim selar o fim da cavalaria e seus códigos morais; apesar disto as narrativas cavalheirescas perduram no tempo. [110], "Quem nunca escreveu uma poesia de amor? Apreço por certas atividades ou formas de vida (como quando se diz do amor a uma profissão, ao jogo, à diversão, etc.). [1] O uso do vocábulo, contudo, lhe empresta outros tantos significados, quer comuns, quer conforme a ótica de apreciação, tal como nas religiões, na filosofia e nas ciências humanas. [86], Isto se reflete ainda na visão determinista de Hitler, e ainda a abolir os sentimentos internos de remorso pois "a consciência é uma invenção do judeu". [22], "Amor é um fogo que arde sem se ver, à comum referir-se a eros (do grego erasthai) como um amor apaixonado e muitas vezes como sinônimo do desejo sexual (do grego erotikos). 113, ÐелаÑÑÑÐºÐ°Ñ (ÑаÑаÑкевÑÑа)â, à¤à¥à¤à¤¯à¤à¥ à¤à¥à¤à¤à¤£à¥ / Gõychi Konknni, Srpskohrvatski / ÑÑпÑÐºÐ¾Ñ ÑваÑÑки, «A Lógica do Dom e a Teologia da Retribuição: reflexões sobre a religiosidade midiática na pós-modernidade», «Amor, casamento e sexualidade: velhas e novas configurações», «O Encantamento da Maçã: um olhar sobre o conto de fadas da Branca de Neve», «A Cruz é o SÃmbolo do Verdadeiro Amor», «Significados medievais da maçã: fruto proibido, fonte do conhecimento, ilha paradisÃaca», «A gastronomia e o amor: os alimentos afrodisÃacos», «O Junino se encanta pela doçura da moça no cenário folkcomunicacional», «Hilda Hilst e a rememoração simbólica do amor em Apolo e Dafne», «Do poder ao mito, a problemática do homem moderno», «Epodos e Sátiras - Magia? [7], Embora seja corrente a máxima "o amor não se define, o amor se vive",[8] há várias definições para o amor como: a "dedicação absoluta de um ser a outro", o "afeto ditado por laços de famÃlia", o "sentimento terno ou ardente de uma pessoa por outra" e aqueles em que também se inclui a atração fÃsica, tornando-o aplicável também aos animais, um mero "capricho", as aventuras amorosas, o sentimento transcendental e religioso de adoração, perpassando ao sinônimo de amizade, apego, carinho, etc. Este seria o "verdadeiro amor", em contraste com o "falso amor", onde haveria falsidade nas declarações e na devoção, ciúmes indevidos ou inconstância nos sentimentos. Neste contexto, o amor acaba sendo diminuÃdo nas relações: a intimidade nos tempos atuais está distante de representar o relacionamento puro e o amor, nas relações entre os gêneros. [56], Para Zygmunt Bauman vive-se uma era de "amor lÃquido". E, herdando as caracterÃsticas da mãe (a penúria) e do pai (a riqueza), terá sempre caráter duplo: a carência permanente e Ãndole andarilha maternas, e a coragem e energia paternas que o tornam caçador esperto em sua busca do Belo e do Bom - e não apenas, será mortal e imortal, ora nascendo, enriquecendo e finalmente minguando e desaparecendo, para depois renascer. Havia, contudo, o componente de que o objeto do amor - a mulher amada - deveria ser inatingÃvel, quer por a dama ocupar uma posição social mais elevada, quer por já se encontrar comprometida ou, mais raramente, até mesmo ser casada. Pela internet os relacionamentos virtuais ganharam maior fluidez em comparação aos laços reais (pesados, lentos e confusos), onde sempre há a alternativa de "deletar" uma relação com o simples apertar de uma tecla; isto torna os compromissos irrelevantes, as relações não se fundamentam sobre a honestidade e é pouco provável que se sustentem; assim, se por um lado romper os laços é algo fácil, por outro não reduzem os riscos - apenas os distribuem de modo diferente. Não é algo voltado ao auto-prazer ou imediatista, mas sim fruto da busca pelo nobre e virtuoso; ele vai além, dizendo que um homem virtuoso merece ser amado pelos que lhe estão abaixo, mas não está obrigado a devolver um amor igual - criando assim um conceito elitista ou perfeccionista; a despeito disto, mister haja uma reciprocidade na amizade e no amor, não necessariamente igual (a exceção seria o amor dos pais, que podem envolver um carinho unilateral). [64], As três vertentes do budismo (teravada, zen e tibetano) conservam alguns pontos em comum, dentre os quais a visão sobre o amor, como expresso nesta citação do Digha Nikaya: "O ódio nunca poderá acabar com o ódio. Para ele, no caso da BÃblia por exemplo, há duas raÃzes "subversivas": a primeira ao transcender o mundo real e a segunda é o impulso de tornar-se o indivÃduo disponÃvel aos outros. [48], Para o Ocidente o amor romântico passou a ser o "amor verdadeiro"; deste modo selou de forma definitiva a ruptura com a visão então dominante do cristianismo de que o amor servia à procriação, e manteve em seu legado conquistas como o fato de que todos têm liberdade de escolha de seu parceiro, e ainda o ideal de que para o amor não devem existir barreiras. [92], Numa ótica da psicanálise, Nadiá Paulo Ferreira diz que "os poetas sempre souberam que tudo que se diz sobre o amor revela apenas uma face dos seus mistérios"; neste sentido exemplifica com os versos de Fernando Pessoa[nota 8] que dizem: "Porque quem ama nunca sabe que ama/ Nem sabe por que ama, nem o que é amar...". [9][nota 1] Outros, como André Lázaro, afirmam que "não há dois amores iguais". à assim, por exemplo, que ocorre quando, por capricho, este alveja Apolo fazendo o deus se apaixonar pela ninfa Dafne, enquanto a ela acerta com uma flecha de ponta redonda e de chumbo, capaz de assim torná-la avessa ao sentimento; tem inÃcio ali uma perseguição que termina quando a ninfa é transformada num árvore de louro. [120], A dopamina, liberada durante os orgasmos, tem o mesmo efeito de doses de cocaÃna ou heroÃna - fazendo com que a pessoa sinta-se ainda mais ligada ao parceiro; por outro lado, sua ausência num relacionamento torna-o mais frágil e propenso à busca pelo prazer com outra pessoa. "[74] Finalmente, para o Islã o amor precisa ser iluminado: a razão precisa estar no domÃnio pois, se o amor torna a pessoa negligente e parcial sobre o objeto amado, o amante fica "cego e surdo". O "deus" da Nova Era é o próprio homem que está além do bem e do mal. Camilo Castelo Branco usa esta obra para retratar a sua vida amorosa, incondicional, impossível e trágico. Zeus não querendo privilegiar nenhuma deixa a decisão com Páris no episódio conhecido como Julgamento de Páris que é um prelúdio para Guerra de Troia[23]: Afrodite promete a Páris o amor da mais bela das mulheres, Helena de Esparta. O amor pode. Esses termos são sempre grafados em letras maiúsculas. [60], Segundo os seguidores do filósofo Caitanya (século XVI), CrÃxena é uma manifestação de Vishnu que demonstra que um deus pode ser visto e adorado como um amante - sendo esta relação com o deus a maior expressão que pode alcançar um devoto de sua vertente do hinduÃsmo. à ele o órgão central do corpo humano, estando assim simbolicamente ligado como o centro do homem, e do mundo. O Deus da fé católica julgará a cada homem segundo sua resposta a esse amor. Eros, assim, se relaciona com a busca da beleza ideal, da verdade; muitos são os que seguem a ideia platônica de que o amor erótico transcende ao desejo fÃsico que, sendo comum aos animais, é inferior do que algo conduzido pela razão. Páris escolhe Afrodite como deusa mais bela, ao invés de aceitar o poder prometido por Hera ou a sabedoria prometida por Atena. [114], A despeito disso, já em 1932 Federica Montseny questionava este assunto tão "delicado e difÃcil": "quem, até agora, pôs de fato em prática o verdadeiro amor livre?" [45], Até a Igreja tornar o casamento um sacramento, bastavam os votos dos noivos; o adultério era frequente entre nobres que, tendo seduzido uma serva sem o consentimento desta, estaria livre do erro após pagamento de pequena multa; Thomas Wright chegou a dizer que "a sociedade medieval era profundamente imoral e licenciosa. Apesar dos antigos contarem de amores como o de Orfeu por EurÃdice, o amor de que geralmente falam é o apetite sexual. O amor só pode envolver aqueles com quem a pessoa tenha um relacionamento significativo? But Jesus says love them, and love is greater than like. [114], Considerando o casamento como "túmulo do amor", pregavam os anarquistas que o amor deveria ser "livre"; o amor e o desejo fogem à s regras morais que a sociedade burguesa ergueu a partir do século XIX. Aristóteles (in: Ãtica a Nicômaco, Livro VIII) explica que é a ação que o agente pratica visando o bem de outro, ao invés de a si próprio; o filósofo exemplifica (in: Retórica, II 4) que "as coisas que fazem a amizade ser o que é: fazer gentilezas, fazê-las sem ser convidado, e não proclamar o fato de tê-las feito". Foi assim que Homero registra que Agamenão e Aquiles tomaram para si CrÃseis, Briseis e Cassandra movidos por um apelo fÃsico somente. [36], à uma exceção, assim, a história narrada por EstesÃcoro, onde uma donzela morre de amor; entretanto, Teano, esposa de Pitágoras, registrou que amor era "a doença de uma alma saudosa" - uma definição que em tudo se aproxima à visão romântica. Em todas as classes históricas ativas, isto é, em todas as classes dominantes, o matrimônio continuou sendo o que tinha sido desde o matrimônio sindiásmico, coisa de conveniência, arranjada pelos pais. [4], Em estudo realizado na década de 1980 a pesquisadora Sharon Thompson constatou que a diversidade sexual não interferia na busca do romantismo no relacionamento amoroso entre as garotas adolescentes: o sentimento era igual, tanto nas experiências hétero quanto homossexuais. Na Nova Era o amor mais alto é o amor ⦠[31], Ressurge com o mito medieval de Tristão e Isolda, onde o casal que dá nome à história se apaixona após beber a poção por engano, engendrando-se ali um caso de adultério: nas primitivas versões da história o elixir teria efeito temporário, ao passo que nas versões da literatura cortês seu efeito seria duradouro, perene.
Noemi E Franco Mesto, Ti Prego Non Uccidere Il Mood Significato, Ford Auto Start/stop Reddit, Inter Genoa Formazioni Ufficiali, Mihai Eminescu Luceafarul In Italiano,